
Com certeza, ao ler o texto "As oito idades do homem", segundo Erick, podemos perceber claramente o que caracteriza cada fase do desenvolvimento da vida adulta. E o que me chamou bastante a atenção, foi o fato de que se cada fase não for transcorrendo com tranqüilidade, se as pessoas não tiverem a oportunidade de experienciar o que lhes for sendo apresentado ao longo da sua vida, mesmo colecionando derrotas, a/ou as próximas fases poderão ser representadas por "sintomas" não tão previsíveis. Por isso, a importância de se viver e deixar os outros viverem cada fase da vida, conforme o "esperado". Se pudéssemos dosar a nossa vida: nem tanto ao céu, nem tanto ao mar, seria mais "confortável" para aqueles que não estão cientes ou não querem abrir os olhos para encarar as reais possibilidades de transformação num mundo em ação.
Um comentário:
Oi Fê!
De fato percebo que este texto foi bastante significativo, não só para ti, mas para as demais colegas. Tenho visto muito ele como postagem e ponto de reflexão. Na realidade por toda a nossa vida, passamos por fases, fases estas que devem ser vividas com bastante intensidade. E quando pulamos alguma destas fases, acabamos por afetar, algo que refletira mais adiante, que só mais tarde sentiremos necessidades.... E isto é muito normal (natural).... visto que muitos não tem a tranqüilidade para evoluírem como realmente deveria ser. Poucos são os privilegiados que podem passar por todas as fases sem cortes né?
Vemos o reflexo destas fases vividas ou não em nossos alunos, amigos, familiares, etc... As vezes ate em nós mesmo...
Um abração,
Fabi
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