quarta-feira, 15 de outubro de 2008

FORMAÇÃO DA PERSONALIDADE

Na Interdisciplina Seminário Integrador V estamos, em grupos, desenvolvendo um projeto de aprendizagem, ou seja, o PA.
Todos os componentes do grupo deram uma resposta provisória à pergunta do PA.
Ao realizar as atividades da Interdisciplina Infâncias de 0 a 10 anos, lembro-me de fatos que estão intimamente relacionados com a questão do nosso PA: “COMO A FAMÍLIA E A ESCOLA INFLUENCIAM NA PERSONALIDADE DA CRIANÇA?”


MEU PARECER

Ao realizar as atividades da Interdisciplina Infâncias de 0 a 10 anos, lembro-me de fatos que estão intimamente relacionados com a questão do nosso PA. São inúmeros os fatores que influenciam na formação da personalidade da criança. E esta formação poderá ser concretizada de muitas maneiras, pois conforme diz Mariano Norodowski, a maioria das crianças encontra-se entre a infância hiper-realizada e a infância-desrealizada. O que na verdade não é o ideal para o seu desenvolvimento como um todo. A família precisa ou pelo menos deveria garantir à criança, as condições mínimas de sobrevivência, ou seja, o direito a uma infância “realizada”.

Se durante a infância a criança for assistida por seus pais com a devida atenção, convivendo com bons exemplos e sendo orientada constantemente, esta fase de sua vida servirá como uma boa base para futuras aprendizagens e interação com o meio do qual já faz parte, e que é propenso às transformações.

Havendo uma interação com o meio, tanto na família como na escola, a personalidade da criança poderá ser formada de uma forma mais estruturada e harmoniosa.

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

APRENDIZAGEM A NÍVEL ESPÍRITA



OS NÍVEIS DE APRENDIZAGEM

As experiências vivenciadas durante os milhares de dias em que permanecemos na dimensão física podem ser ilustradas com os dias que compõem um calendário escolar. Embora aprendamos todos os dias, as lições são diferentes conforme cada conteúdo, circunstância e fase da aprendizagem. Assim, na trajetória percorrida do berço ao túmulo vamos assimilando diversificados conhecimentos segundo a faixa etária em que estivermos inseridos temporariamente. Quando somos crianças, normalmente, não sentimos o tempo passar. A vida corre à solta, sem preocupações ficamos a mercê da iniciativa e proteção dos adultos. Excetuando-se as crianças que enfrentam amarguras cruciantes, nesta fase, o Espírito reencarnado experimenta a sensação de uma vida bela, colorida e divertida. Mais tarde, quando atravessamos a fase da adolescência, a situação sofre alterações consideráveis. Os pais e responsáveis começam a cobrar responsabilidades, enquanto parece que a liberdade tende a se reduzir. Paradoxalmente, o adolescente é exigido como se adulto fosse e, posteriormente, é coibido como se fosse criança. Importante salientar que esta é uma estrada de mão dupla, ou seja, num determinado momento o adolescente exige que os mais velhos lhe tratem como adultos. Num momento não muito distante, vamos detectar o mesmo agindo com a inocência infantil. Inclusive, reside neste impasse, uma boa parcela dos tradicionais e desafiadores conflitos da adolescência. As tendências e inclinações de Espírito reencarnado aparecem gradativamente desde a infância, acentuando-se de forma considerável na transição da adolescência. Somando-se a isso, o adolescente sofre ainda uma considerável transformação anatomo-fisiológica patrocinada pelo fenômeno da puberdade. Nessa faixa etária o ser estabelece novas relações sociais caracterizadas por vínculos muito fortes, não obstante, muitas vezes sejam “amizades” precipitadas e instáveis. No convívio de novas companhias, alteram-se-lhes os hábitos e aos poucos começam a ver a vida sob uma ótica diversa daquela aplicada pela orientação familiar. Este mosaico de convivência e, por conseguinte, influências de toda ordem imprimem um risco potencial para os desvios morais e, por isso, se torna compreensível a resistência quanto à aceitação por parte de muitos pais. Por tudo isso, o indivíduo sente-se cercado de tantos desafios que não vê a hora de chegar à maioridade para desfrutar da tão apregoada “liberdade”. Assim, é natural que nesta fase da jornada terrena o tempo parece se arrastar. Mais tarde, o jornadeiro terrestre atinge a idade adulta, quando então passa a usufruir das prerrogativas legais no que diz respeito ao direito de decidir os rumos da sua própria caminhada pelas veredas da experiência vivencial. Não obstante, sabe-se que a maioridade legal não traduz, necessariamente, a maturidade do senso moral. De qualquer modo, neste período existencial o ser humano é submetido, independentemente da sua vontade, à dualidade dos direitos e deveres perante a lei humana. Por isso mesmo, a questão da liberdade estará sempre vinculada à contrapartida da responsabilidade. Quando o homem ou a mulher estagia neste nível sócio-psicológico se defronta com uma situação controversa, qual seja, saboreia a autoridade pessoal quanto às decisões mais complexas, ao mesmo tempo em que “paga um preço” consideravelmente alto para sustentar esta posição. Diante disto, muitos companheiros sofrem diversas quedas, sentindo-se muitas vezes despreparados para assumirem a própria realidade existencial. Considerando-se que a adolescência, mais do que uma condição orgânica é um estado psicológico que retrata a inexperiência, encontraremos pessoas em diferentes faixas da idade adulta que se comportam como adolescentes. Não gratuitamente, existe um chavão muito utilizado para atitudes inconseqüentes ou ingênuas tomadas por adultos que fala: - “Até parece que você não teve infância!” Assim, é quando atinge a idade adulta que o Espírito vivenciará a prova real do aprendizado alavancado na infância. È muito interessante observar-se quando estivermos no alto do nosso cinqüentenário existencial, a caminhada desajeitada dos mais jovens que nos seguem as pegadas. Apesar do aconselhamento persistente dos mais experientes, parece que os novatos fazem questão de caírem nas mesmas armadilhas na quais já fomos surpreendidos num pretérito não muito distante. Quando alcançarmos a terceira idade, oxalá possamos corresponder, pelo nosso comportamento, ao currículo que nos identificará, inconfundivelmente, pelas marcas registradas durante os dias em que vimos o sol nascer. O homem terreno quando alcançar a última fase da temporada reencarnatória deverá agir como um verdadeiro sábio, demonstrando diante das adversidades pessoais, cautela e paciência para com as dificuldades variadas. Quanto à resistência dos tutelados em relação aos conselhos dos mais experientes, às vezes, o ideal é observá-los vibrando, para que eles consigam vencer os obstáculos. Se porventura constatarmos o fracasso dos neófitos, devemos valorizar a coragem da iniciativa e, com uma boa dose de equilíbrio, evitar toda a crítica depreciativa. Todas as fases do aprendizado no corpo físico são importantes e indispensáveis. Não podemos “queimar” etapas, sob pena de termos que repetir lições retardatárias em experiências fora de época. O PROGRESSO SE REALIZA PROGRESSIVAMENTE...

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

DESENVOLVIMENTO DA VIDA ADULTA


Com certeza, ao ler o texto "As oito idades do homem", segundo Erick, podemos perceber claramente o que caracteriza cada fase do desenvolvimento da vida adulta. E o que me chamou bastante a atenção, foi o fato de que se cada fase não for transcorrendo com tranqüilidade, se as pessoas não tiverem a oportunidade de experienciar o que lhes for sendo apresentado ao longo da sua vida, mesmo colecionando derrotas, a/ou as próximas fases poderão ser representadas por "sintomas" não tão previsíveis. Por isso, a importância de se viver e deixar os outros viverem cada fase da vida, conforme o "esperado". Se pudéssemos dosar a nossa vida: nem tanto ao céu, nem tanto ao mar, seria mais "confortável" para aqueles que não estão cientes ou não querem abrir os olhos para encarar as reais possibilidades de transformação num mundo em ação.

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

TABELA: PLANEJAMENTO DE TEMPO

Planejar qualquer coisa já é bem complicado... Imagine o tempo!
Ao preencher a tabela sobre o planejamento de tempo, considerei como essencial me aprofundar na minha semana de 2ª a 6ª feira, porque este espaço de tempo é mais regrado do que o meu fim de semana. Nos finais de semana, não sigo praticamente nenhuma rotina. Fazendo desta forma, meu final de semana fica mais "suave", mais leve, tornando-se propício para fazer tudo de forma mais relaxada. Acredito que, se eu realmente conseguir colocar em prática a minha TABELA DE TEMPO, terminarei este semestre sem atropelos.
Para acrescentar, quando coloquei na tabela atividades aleatórias, referia-me a realização de qualquer atividade, em qualquer âmbito, pois o que eu realmente não procuro seguir no final de semana é a ROTINA.
Mas, com certeza, ficaria mais feliz se pudesse preencher a minha tabela com mais atividades de lazer, pois gosto muito de dormir, passear, conversar, namorar, relaxar, sonhar...

http://febeatrizpead.pbwiki.com/

quarta-feira, 18 de junho de 2008

APROVEITANDO TODAS AS CURIOSIDADES!!!


COMO TENHO ALUNOS NO 2º ANO QUE SÃO BEM MAIS RÁPIDOS QUE OUTROS AO REALIZAREM AS ATIVIDADES PROPOSTAS, QUANDO AS TERMINAM, PARA NÃO FICAREM "DESOCUPADOS", ELES NÃO SÓ PODEM COMO DEVEM, RECORRER À LEITURAS DIVERSIFICADAS. POR ISSO TENHO EM SALA DE AULA LIVROS DE LITERATURA INFANTIL, GIBIS E REVISTAS.

ESSES DIAS HOUVE UM GRANDE INTERESSE PELA MAIORIA DOS ALUNOS EM FAZER LEITURAS DE PIADINHAS DO TIPO "O QUE É? O QUE É?" PORQUE QUEM ESTAVA SENDO TESTADA ERA EU MESMA, A PROFESSORA DELES. MUITOS FAZIAM AS PERGUNTAS COM MUITA FACILIDADE, A LEITURA ERA FLUENTE. E, PARA NÃO DEIXAR A EMPOLGAÇÃO DELES SE DISSIPAR, ADIANTEI QUE FARÍAMOS UM TRABALHO VOLTADO MAIS PARA ESSAS PIADINHAS, NUM MOMENTO NÃO TÃO DISTANTE. NESTE MOMENTO LEMBREI-ME QUE EM AGOSTO TEMOS O DIA DO FOLCLORE, E SERÁ OPORTUNO INCLUIRMOS NESTA ÉPOCA AS "CURIOSIDADES DO POVO".

MEDINDO NA GINCANA



EM MINHA ESCOLA ESTÁ SENDO EALIZADA UMA GINCANA DE SÃO JOÃO. UMA DAS TAREFAS É A DE CONFECCIONAR COM OS ALUNOS 10 METROS DE CORRENTES E 20 METROS DE BANDEIRINHAS. PARA MEDIÇÃO, INICIEI COM O USO DE UMA RÉGUA. FUI FAZENDO PERGUNTAS AOS ALUNOS: QUANTOS CENTÍMETROS TÊM ESTA RÉGUA? E A RESPOSTA FOI: 30; 3 RÉGUAS DÁ QUANTOS CENTÍMETROS? RESPOSTA: 90; E QUANTOS CENTÍMETROS TÊM UM METRO? RESPOSTA: 100. FUI MARCAR NO QUADRO 1 METRO COM A RÉGUA DE 30 cm E FOI PRECISO USAR 3 RÉGUAS MAIS 10 cm, PARA PODER DAR OS 100cm. FIZEMOS A MEDIÇÃO DAS CORRENTES POR ESTA MARCA DE 1 METRO FEITA NO QUADRO COM GIZ, E LOGO ATINGIMOS A META. PARA NÃO FAZERMOS BANDEIRAS EM EXCESSO, FIZEMOS ALGUNS CÁLCULOS. EM 1 METRO CABIAM APROXIMADAMENTE 6 BANDEIRAS, ENTÃO,EM 5 METROS SERÃO COLOCADAS 30 BANDEIRAS. COMO SÃO 20 METROS, PRECISAREMOS DE 30 BANDEIRAS, MAIS 30, MAIS 30, MAIS 30, OU SEJA, 120 BANDEIRAS. QUANDO COLOCAMOS AS BANDEIRAS NO BARBANTE, VIMOS QUE NOSSOS CÁLCULOS ESTAVAM CERTOS. FORAM COLADAS 120 BANDEIRAS E MAIS 2 POR GARANTIA. AÍ, UMA CRIANÇA COMENTOU: _ É MELHOR MAIS DO QUE 20 METROS DO QUE MENOS!!!

ANÁLISE DE DESENHOS - 2ª PARTE

Em minha postagem do dia 10/05 "Análise de desenhos", não relatei como foi o desenvolvimento da atividade feita com os meus alunos de 2ª série, porque isso foi feito na postagem do dia 16/04, no meu webfólio. E, quando afirmei que os temas trabalhados em Ciências devem ser contemplados necessariamente de forma natural e significativa em sala de aula, procurei salientar que se aproveitarmos toda a curiosidade natural das crianças, aprendizagens mais consistentes ocorrerão, ou seja, os conteúdos serão assimilados de forma mais prazerosa, pois seu interesse será canalizado para tal.
Textos sugeridos: (TELE) NATUREZA E A CONSTRUÇÃO DO NATURAL: UM OLHAR SOBRE IMAGENS DE NATUREZA NA PUBLICIDADE E REPENSANDO O ENSINO DE CIÊNCIAS A PARTIR DE NOVAS HISTÓRIAS DA CIÊNCIA.