No meu projeto de estágio, ao expor quais as teorias que norteiam a minha prática pedagógica, citei: Comênio, Jean-Jacques Rousseau, John Dewey, Jean Piaget e Paulo Freire.Se pudéssemos analisar, estudar, conhecer, um pouco mais de outras correntes de pensamento, certamente, nos identificaríamos com a essência de outras. Por isso continuo afirmando que ninguém segue uma vertente só. Na verdade, isso é muito bom, pois é nessa junção de teorias, que conseguimos "atingir" o nosso aluno no seu desenvolvimento integral.
Como não percebi que a teoria de Vygotsky está sendo contemplada em meu projeto de estágio, a tutora Luciane Machado, que acompanha minhas atividades, foi sensível o suficiente, para encontrar em meus escritos, pistas não camufladas, de que a teoria sociointeracionista se faz presente.
A Luciane sugeriu como leitura: Yygotsky- Uma perspectiva histórico-cultural da educação, da autora Teresa Cristina Rego, para me aprofundar um pouco mais.
Não consegui encontrar na internet, o livro indicado, bem como informações, que chamassem a minha atenção.
Continuei procurando outras informações à respeito da teoria de Vygotsky, que pudessem me ajudar. Mas, na semana passada, em meu planejamento, estava eu na sala dos professores, preparando materiais, na companhia da colega Rejane, que também está estudando na modalidade EAD. Ela tinha em suas mãos, o livro Inteligência Educacional e Sistemas de Ensino, da autora Valéria da Hora Bessa. Na procura por Vygotsky, acabei fazendo cópia de algumas páginas do livro. Estou começando a ler este material. Espero descobrir valiosas informações.
Para Maciel (2000, p.76 - 77), Vygotsky pensava que o homem deveria enfrentar as desarmonias interiores, a dificuldade de viver e conviver, sobretudo "escutando a vida".
Acredito que hoje "escuto a vida", mais do que ontem, e espero "escutá-la amanhã, mais do que hoje!

